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Como O Brasil Forma Profissionais De Tecnologiag


Fonte: exame.abril.com.br/tecnologia/como-o-brasil-forma-profissionais-de-tecnologia/

Como o Brasil forma profissionais de tecnologia? | EXAME menu EXAME Created with Sketch. Assine search Mais vistas BRASIL1Bolsonaro é burro e governa como se estivesse em um churrasco, diz Pondé PME215 franquias para quem quer abrir o próprio negócio nos finais de semana MERCADOS3Aos 24 anos, filha de Rei da Bolsa usa metrô e aconselha empresas MARKETING4App Buser, o "Uber dos ônibus", vai dar 10 mil viagens gratuitas ECONOMIA5Paulo Guedes diz que renuncia se Previdência virar "reforminha", diz VEJA SEU DINHEIRO6Empresas irregulares prometem ganhos irreais com criptomoedas TECNOLOGIA Como o Brasil forma profissionais de tecnologia? Dinamismo do setor impulsiona modelos educacionais que vão além das faculdades Por Ariane Alves access_time 6 dez 2018, 05h55 chat_bubble_outline more_horiz . (Débora Nisembaum/Laboratória/Divulgação) São Paulo – O modelo tradicional dos cursos de tecnologia pode deixar de existir em breve. Escolas técnicas ou faculdades, com duração de três a cinco anos e com muito conteúdo teórico não parecem dar conta da demanda urgente do mercado por profissionais com conhecimento sobre as linguagens e ferramentas necessárias para aplicação imediata, abrindo cada vez mais espaço para cursos online e bootcamps. De acordo com um estudo feito pela IDC encomendado pela Cisco em 2016, o Brasil terá um déficit de 161,5 mil vagas de tecnologia até 2019, possuindo a maior lacuna entre os dez países avaliados na América Latina. O número representa 36% do mercado na área. “O alto potencial do mercado interno impulsiona a crescente demanda de serviços em todos os segmentos, principalmente em empresas de médio porte. Muitas empresas que atuam em serviços de data center estabeleceram sua operação no país, devido às altas tarifas de produtos importados e às regulamentações na nuvem para a permanência física das informações no Brasil. Isso impulsionou a demanda adicional de profissionais, o que ampliou a lacuna de habilidades”, afirma o relatório. Como o Brasil se prepara para suprir essa demanda? Além do autodidatismo, incentivado pela alta oferta de cursos e formações em áreas de tecnologia feitos totalmente online, também se popularizam os bootcamps, programas intensivos que priorizam as habilidades mais desejadas pelo mercado de trabalho. O curso prático pode ser de apenas um fim de semana ou de seis meses de duração. As formações mais procuradas são o desenvolvimento full-stack (que abrange tanto a parte visual como a implementação de um sistema, ou seja, front e back end) e a área de ciência de dados. Pelo caráter resumido e foco em formar um currículo facilmente aplicável para o mercado, esse tipo de curso costuma ser de alto custo. A formação de dois meses em Desenvolvimento Web Full Stack pela Mastertech, por exemplo, custa 11 mil reais. O programa de nove semanas da LeWagon, também em full-stack, tem o custo de 17.500 reais. Mais curto, o programa Inteligência Artificial na Prática, oferecido pelo Data Bootcamp, tem duração de 30 horas e sai por 3.000 reais aos interessados. Em comparação, um curso de bacharelado em ciência da computação na Impacta sai por 41.904 reais (873 reais ao mês, ao longo de quatro anos) e um tecnólogo análise e desenvolvimento de sistemas na Fiap custa 32.880 reais (1.370,00 reais ao longo de dois anos). Veja também Iniciativas querem contratação em curto prazo Atentas ao interesse crescente dos brasileiros por ocupar as vagas na área de tecnologia, algumas iniciativas de caráter social oferecem formação gratuita ou com um valor mínimo para o custeio das operações, como é o caso da brasileira {reprograma} e da Laboratória, que atua no México, Chile, Peru, e acaba de formar sua primeira turma no Brasil. Ambas atuam para incentivar a entrada de mais mulheres na área de tecnologia. O diferencial desses projetos em relação a quem pode pagar caro pelos cursos normalmente oferecidos é a seleção, que busca admitir alunos com grande potencial de desenvolvimento ao longo do curso e de rápida entrada no mercado de trabalho. Ao fim do período de estudo do {reprograma} e da Laboratória, as alunas estão aptas para serem admitidas rapidamente nas vagas oferecidas para desenvolvedores(as) de nível júnior. No último dia 8, a Laboratória encerrou seu bootcamp de seis meses com o Talent Fest, um hackaton de 36 horas feito em parceria com 11 empresas de tecnologia. Divididas em times, 50 alunas tiveram que resolver desafios propostos por empresas como IBM, Bradesco, Loggi e Accenture, que enviaram representantes de RH e da equipe de desenvolvimento para acompanhar o desempenho e avaliar a possibilidade de contratação das participantes que se saíssem melhor. “Nosso objetivo é conseguir que elas estejam empregadas em menos de três meses. Normalmente conseguimos”, afirma Herman Marin, cofundador e chefe da divisão de dados
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