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As Pragas Do Teste De Software Andndash Parte 01


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As pragas do Teste de Software – Parte 01 | iMasterswe are developersEm desenvolvimentoclose-circleDigite sua palavra-chaveEm desenvolvimentoPowered by:Desenvolvimento8 nov, 2018As pragas do Teste de Software – Parte 01288 visualizações COMPARTILHE!Andressa Karla PilarTem 1 artigos publicados com 288 visualizações desde 2018PublicidadeAndressa Karla Pilar1editCursando 4º ano de Informática na Universidade Estadual de Maringá. Trabalha como Analista de Testes em vários projetos há aproximadamente 3 anos na DB1 Global Software. Possui certificações CTFL e CTFL-AT. Apaixonada por Qualidade de Software e por Automação de Testes Web e Mobile. Leia maisSegundo James A. Whittaker, existem as chamadas “Pragas do Teste de Software”, que resumem problemas vividos no cotidiano de testers. Algumas delas são: Hoje falaremos um pouco sobre as 5 pragas acima. Em breve, teremos aqui uma Parte 02 com as outras duas Pragas do Teste de Software. Vamos lá? A praga da repetitividade (The plague of Repetitiveness) A praga da repetitividade pode estar relacionada à falta de propósito. Propósito: segundo o dicionário, é aquilo que se busca alcançar; objetivo, finalidade, intuito. Ou então, a intenção (de fazer algo) ou ainda projeto. Questões para se refletir: Caso as respostas às questões acima não venham de imediato: eis aí a falta de propósito! Registrar e avaliar os sucessos alcançados, as lições aprendidas e compartilhar com o time e não ficar no “just do it” (apenas faça – frase conhecida da Nike – bem aplicada aos exercícios físicos. Entretanto, não recomendada para os testes de software), é um bom começo para tentar evitar a falta de propósito! Como a falta de propósito = “just do it”, a praga da repetição = (“just do it” * “just do it” * “just do it”). Ou seja, a praga da repetição é um “just do it” feito várias vezes. A praga da repetitividade está, também, relacionada ao paradoxo do pesticida, de Boris Beizer, no qual o pesticida é usado para matar os insetos, no entanto, se for aplicado o mesmo pesticida várias vezes, os insetos que restarem se tornarão imunes aos efeitos dele. A mesma ideia ocorre para os testes. Se utilizarmos sempre as mesmas estratégias e a mesma maneira de testar, teremos uma falsa sensação de segurança e ausência de bugs, podendo assim mascarar métricas, resultados e completude dos testes. O que está realmente ocorrendo é: os testes realizados estão deixando de ser abrangentes, ficando “velhos” e inevitavelmente tornando-se obsoletos, podendo criar uma versão repleta de super-defeitos, imunes ao nosso “testicida”. Quando não se encontra bugs nos sistemas e aplicações, não é porque não existem. Uma das causas pode ser a repetitividade que está causando o paradoxo do pesticida. Analisando com mais atenção os resultados dos testes (tanto manuais quanto os automatizados), verificando e retirando os que não estejam mais agregando valor, variando a ordem dos testes e as fontes de dados, criando novos ambientes para execução, alterando valores de entrada, etc, são algumas das possíveis formas de evitar o problema da repetitividade e o paradoxo do pesticida, pegando os bugs desprevenidos! A praga da amnésia (The Plague of Amnesia) Dentre as pragas da amnésia existentes, existe a Amnésia da Equipe. Questões para refletir sobre a equipe ou projeto no qual está trabalhando, que já trabalhou ou que irá trabalhar: A praga do tédio (The Plague of Boredom) “Testar software é tedioso”. Essa é uma frase que com certeza não se ouve apenas uma vez na vida de quem trabalha com desenvolvimento de software, normalmente dito por um dev, analista ou qualquer outro “não testador”. Como consequência das pragas anteriores (praga da falta de propósito, praga da repetitividade e praga da amnésia) ou de outras situações, acaba-se chegando a praga do tédio, e com certeza todo tester algum dia já contraiu tal praga, mesmo que não admita ou não se lembre. Isso acontece porque passar dias e mais dias executando os mesmos testes, abrindo bugs, retestando e retestando acaba sendo monótono, ainda mais para quem entrou para a área da computação pelo desafio proposto pela mesma. Lógico que isso começa a partir de um certo momento da vida do tester, pois no início existe uma certa adrenalina de caça aos bugs. O grande aprendizado nos primeiros meses, seja ele de ferramentas, metodologias, sistemas, regras de negócio e o conhecimento adquirido tão rapidamente pelos projetos em que passamos acaba nos mantendo motivados. E a medida que a curva de aprendizado se estabiliza é que a execução dos testes de forma repetitiva começa a se tornar tediosa, e muitos testers começam a automatizar achando que isso ajuda a passar a monotonia. Porém, a automação não deve ser utilizada para curar a monotonia, mas sim como uma ferramenta. A cura para essa praga passa por parar e olhar o projeto em que você está atuando, e definir o que é e o que não é importante, o que precisa realmente ser executado todo dia (se precisa ser executado sempre, automatize), e o que pode ser deixado de lado algumas vezes. Com isso em mente, aí sim entra a automação para diminuir o tempo de execução repetitiva (ela ainda vai existir, mas em menor escala). Isso é inovar e/ou empreender no projeto/empresa em que atua. Essa é uma possível cura para a praga do tédio. As demais pragas serão abordadas nos próximos artigos que poderão ser acompanhados no portal. Referências *** Artigo escrito em parceria com Robson Cachoeira. Formado em sistemas de informação pela UNIPAR – Francisco Beltrão – PR, Robson trabalha como Analista de Testes há 6 anos, e em vários projetos há 2 anos e meio na DB1 Global Software. Atualmente atua como Coordenador de Testes da unidade de IT Services da DB1. Apaixonado por cerveja, desafios e resolver problemas. De 0
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pragas Teste Software Parte iMasterswe developersEm desenvolvimentoclose-circleDigite palavra-chaveEm desenvolvimentoPowered by:Desenvolvimento8 2018As pragas Teste Software Parte 01288 visualizações COMPARTILHE!Andressa Karla PilarTem artigos publicados visualizações desde 2018PublicidadeAndressa Karla Pilar1editCursando Informática Universidade Estadual Maringá. Trabalha como Analista Testes vários projetos aproximadamente anos Global Software. Possui certificações CTFL CTFL-AT. Apaixonada Qualidade Software Automação Testes Mobile. Leia maisSegundo James Whittaker existem chamadas “Pragas Teste Software” resumem problemas vividos cotidiano testers. Algumas delas são: Hoje falaremos pouco sobre pragas acima. breve teremos aqui Parte outras duas Pragas Teste Software. Vamos lá? praga repetitividade (The plague Repetitiveness) praga repetitividade pode estar relacionada falta propósito. Propósito: segundo dicionário aquilo busca alcançar; objetivo finalidade intuito. então intenção fazer algo) ainda projeto. Questões para refletir: Caso respostas questões acima não venham imediato: falta propósito! Registrar avaliar sucessos alcançados lições aprendidas compartilhar time não ficar “just it” (apenas faça frase conhecida Nike aplicada exercícios físicos. Entretanto não recomendada para testes software) começo para tentar evitar falta propósito! Como falta propósito “just it” praga repetição (“just it” “just it” “just it”). seja praga repetição “just it” feito várias vezes. praga repetitividade está também relacionada paradoxo

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