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Software De Espionagem Governamental Foi Usado Contra Jornalistas No Mexico Dizem Pesquisadores


Fonte: g1.globo.com/economia/tecnologia/blog/altieres-rohr/post/2018/12/04/software-de-espionagem-governamental-foi-usado-contra-jornalistas-no-mexico-dizem-pesquisadores.ghtml

Software de espionagem governamental foi usado contra jornalistas no México, dizem pesquisadores | Blog do Altieres Rohr | G1 G1 Economia Blog do Altieres Rohr Software de espionagem governamental foi usado contra jornalistas no México, dizem pesquisadores Dois jornalistas mexicanos receberam mensagens após morte de colega. Por Altieres Rohr 04/12/2018 18h40 Atualizado 2018-12-04T20:40:36.245Z Programa de espionagem israelense é capaz de extrair mensagens e dados de praticamente qualquer aplicativo do celular. — Foto: Altieres Rohr/G1 Pesquisadores do Citizen Lab, da Universidade de Toronto, no Canadá, afirmaram que o software espião "Pegasus" foi utilizado contra jornalistas no México. O Pegasus é um software de espionagem altamente sofisticado, capaz de monitorar praticamente toda a atividade do celular, e é desenvolvido pela NSO Group, uma empresa de Israel que diz comercializar o programa apenas para autoridades policiais. A NSO garante que seus clientes são fiscalizados para que o uso do software ocorra exclusivamente em investigações policiais e ações antiterrorismo, mas o Citizen Lab e a Anistia Internacional vêm divulgando casos em que o Pegasus é usado contra ativistas políticos e jornalistas. O ativista canadense Omar Abdulaziz, que teve contato com o jornalista Jamal Khashoggi, morto em um consulado saudita em outubro, também foi vítima do Pegasus e moveu uma ação contra a empresa israelense por acreditar que o hacking foi realizado ilegalmente por autoridades sauditas. No México, são conhecidos 22 casos do uso do software e as vítimas incluem ativistas anticorrupção, advogados, políticos e até o filho de uma jornalista. O novo caso aumenta a lista de vítimas mexicanas para 24 com dois colaboradores do jornal "Rio Doce", uma publicação fundada por Javier Valdez Cárdenas para investigar o crime organizado e o tráfico de drogas. Ele foi assassinado com 12 tiros em maio de 2017. Dois dias depois do assassinato, Andrés Villarreal, um colega de Cárdenas, recebeu uma mensagem afirmando que o assassino havia sido identificado. A mensagem estava acompanhada de um link que, se fosse acessado, teria instalado o Pegasus no celular de Villarreal, de acordo com o Citizen Lab. Posteriormente, o diretor do "Rio Doce", Ismael Bojórquez, também receberia mensagens semelhantes. As mensagens nem sempre tinham temas diretamente ligados ao assassinato: uma delas, recebida por Villarreal dizia: "sei que falhei contigo e prometi me afastar, mas esta foto de nós juntos me fez lembrar de você". Algumas das mensagens teriam se disfarçado também de avisos de cobrança. Os dois suspeitaram das mensagens e contratam a Artigo 19 e a Rede de Defesa de Direitos Digitais (R3D), duas organizações mexicanas parceiras do Citizen Lab. O caso foi remetido aos pesquisadores canadenses, que conseguiram identificar que a mensagem possuía links para uma infraestrutura digital previamente atribuída à NSO. A NSO diz possuir um Comitê de Ética para garantir que seu produto não seja utilizado de forma indevida. Para o Citizen Lab, a continuidade dos problemas no México mostra que a NSO não está tomando medidas para impedir o uso abusivo do seu produto de espionagem. Embora o Pegasus já tenha sido usado contra um alvo brasileiro, no momento não há indícios de que qualquer autoridade brasileira tenha ligações com a empresa. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] MAIS DO G1 Relações diplomáticasItamaraty diz que equipe de Bolsonaro chamou 'todos' os países com relação com o Brasil para possePosteriormente, futuro governo pediu que representantes de Cuba e Venezuela fossem desconvidados, ainda segundo o Itamaraty.Há 31 minutos Política NegóciosEmbraer e Boeing fecham acordo de nova empresa e aguardam aval do governoHá 2 horas Economia Escândalo sexualJoão de Deus volta a negar abusos e diz que atendimentos eram coletivosMédium se entregou ontem e prestou depoimento por cerca de 3 horas.Há 2 horas Goiás SaúdeA um dia do fim do prazo, 30% dos inscritos no Mais Médicos ainda não se apresentaram2.476 profissionais ainda não se apresentaram nos municípios onde trabalharão. Há 23 minutos Ciência e Saúde Retrospectiva G1Marielle assassinada, caso Daniel... 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