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Romain Badouard Pesquisador Da Internet Andlsquo Redes Sociais Devem Permitir Que Todos Se Expressemandrsquo


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Tudo que trata da governança na internet me interessa, assim como as lutas de poder na web para controlar recursos da rede.” Conte algo que não sei. Cerca de 95% dos franceses acessam a internet. A maioria das escolas tem computadores e outros equipamentos que auxiliam nas atividades educacionais tradicionais. A desigualdade no acesso à internet é mais relacionada à utilização. Há pessoas que têm educação para o meio digital e sabem utilizá-lo em prol de seus objetivos, e há as que usam sem entender como funciona, o que cria o que chamamos de fratura digital. Há uma página no Facebook chamada “Sou fã dos franceses porque qualquer coisa eles vão lá e queimam carros”. Por que você acha que os franceses têm essa maneira mais radical de protestar? Acredito que isso esteja ligado à história e à cultura política da França. Desde a Revolução de 1789, nós temos o costume de nos mobilizar, e às vezes de modo violento. Agora está havendo um grande movimento social na França contra as novas leis trabalhistas, e os atos às vezes são bastante agressivos. Acredito que os manifestantes têm a impressão de que o governo não está escutando suas reivindicações. Universitários franceses vêm protestando contra as reformas da ministra do Ensino Superior, Frédérique Vidal, que quer impor restrições ao acesso à universidade pública. Quais são as diferenças entre esse movimento e o de 1968? Os pontos em comum são o fato de estar acontecendo na universidade e os objetivos de garantir acesso ao saber para todos. A diferença é que em maio de 1968 havia um objetivo mais global, de mudar a sociedade. E vinha de uma geração que estava submetida a muitas restrições. A minha geração, hoje, é mais livre do que a dos estudantes de maio de 1968, então as reivindicações são mais limitadas, ou mais específicas. Qual é o papel da internet nos movimentos sociais na França?A internet pode ter muitos papéis na mobilização, permitindo a coordenação das pessoas que não são politizadas, que se reúnam para criar movimentos grandes. É a principal alavanca de poder da internet. Outra coisa importante é tudo que tem a ver com mídia alternativa e a possibilidade de compartilhar informações que não se veem em outras mídias. Publicidade Há um lado negativo na internet? Na história da internet, sempre a vimos como um instrumento a serviço da democracia. Hoje, temos a tendência de vê-la quase como um inimigo da democracia. De fato, há vários problemas na internet. Os usuários estão sendo vigiados. Há as fake news, os discursos de ódio, de racismo, as teorias da conspiração. Isso cria um ambiente de debate muito conflituoso. Mas o principal problema da rede, hoje, é que as pessoas estão em suas bolhas e não entram em contato com as ideias dos outros. Como o governo francês combate as fake news?O governo francês vai apresentar uma lei contra elas, mas que é perigosa, porque vai permitir que os juízes e as próprias redes sociais censurem a informação que circula nelas. O principal interesse das redes deve ser permitir que todo mundo se expresse e evitar a censura. Como os franceses avaliam este início de mandato de Emmanuel Macron?Há duas visões. Alguns o chamam de presidente que atende aos interesses das grandes empresas e das pessoas mais ricas. E existe a visão mais positiva, que é de um presidente jovem, que faz as coisas acontecerem e que leva uma boa imagem da França ao exterior. Essas duas visões coabitam na opinião pública. 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