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Pesquisa Revela O Perfil Dos Juizes Brasileiros


Fonte: g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/02/07/pesquisa-revela-o-perfil-dos-juizes-brasileiros.ghtml

Pesquisa revela o perfil dos juízes brasileiros | Jornal Nacional | G1 G1 Jornal Nacional Pesquisa revela o perfil dos juízes brasileiros Associação dos Magistrados Brasileiros ouviu quase 3.900 juízes em todo o país para traçar o perfil da categoria e comparou com pesquisa igual feita 20 anos atrás. Por Jornal Nacional 07/02/2019 21h45 Atualizado 2019-02-08T00:22:24.822Z Uma pesquisa mostra o perfil dos juízes brasileiros Uma pesquisa mostrou o perfil dos juízes brasileiro. São 17 mil, no total. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) ouviu quase 3.900 juízes em todo o país para traçar o perfil da categoria e comparou com uma pesquisa igual feita 20 anos atrás. O pesquisador Luiz Werneck Vianna, da PUC do Rio, trabalhou nas duas pesquisas. “Eu acho que essa coragem a gente teve, sobretudo em surpreender essa passagem de uma magistratura muito preocupada com a questão social de 20 anos atrás para uma magistratura agora mais assentada nas instituições, mais preocupada com a defesa das instituições e da Constituição muito particularmente”, disse o pesquisador. O perfil dos juízes também mudou um pouco. Analisando os dados sobre juízes da primeira instância, que correspondem a mais numerosa parte da categoria, a pesquisa revelaque eles estão mais velhos, a idade média aumentou entre os de primeiro grau. (1996 13% -até 30 anos – 2018 2% - até 30 anos) Já o número de juízes católicos diminuiu. Na primeira pesquisa, eram quase 80%; hoje, menos de 60%. Outras religiões, como o espiritismo, ganharam espaço (1996: 5,4%; 2018: 13,9%). Apesar de ainda valorizarem o formalismo, nem todos hoje consideram importante o uso da tradicional toga, principalmente os mais jovens, que atuam na primeira instância. Outro dado importante: 23% dos juízes vêm de classes sociais mais baixas, como o doutor Reinaldo Moura de Souza. Ele foi do Nordeste para São Paulo em busca de uma chance de emprego e conseguiu: virou motorista do Tribunal de Justiça. Mas ele não parou. Continuou estudando nas horas vagas e, seis anos e meio depois, passou no concurso e se tornou o juiz Reinaldo de Souza. “Eu acho que revela a existência evidentemente de uma magistratura mais oxigenada, que não advém apenas das classes mais ricas que, à época, tinham mais condição financeira, podiam pagar bons livros, podiam comprar bons livros, pagar boas escolas”, disse. A pesquisa também perguntou aos juízes brasileiros: Como fazer para que a Justiça seja mais eficiente? A maioria apontou soluções tecnológicas, como o processo eletrônico (71%) e a videoconferência (96,1%) para acelerar os julgamentos, mas também a conciliação (69%) como uma maneira eficiente de pacificar conflitos, especialmente em processos na área cível e de família. De acordo com os juízes, a principal causa de atrasos nos processos é a quantidade de recursos que um réu pode apresentar à Justiça. “Ele quer eficiência, ele quer rapidez, o juiz é preocupado com um dos maiores entraves do sistema, que é a morosidade. Então, em inúmeras questões eles revelaram essa preocupação. Isso ficou bastante evidente”, afirmou Jayme Oliveira, presidente da AMB. De acordo com as pesquisas, os juízes reclamam da carga de trabalho (95,5%) e da falta de recursos (92,7%) principalmente na primeira instância. E na relação com a imprensa, a maioria dos juízes (80%) considera importante a divulgação das decisões para dar transparência ao trabalho realizado. Na opinião dos juízes, o crescimento no número de ações judiciais no Brasil tem a ver com uma “cultura do litígio” que se espalhou na sociedade. Para o coordenador da pesquisa, ministro Luiz Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça, o Judiciário tem novo papel na sociedade hoje. “Essa inserção tem que encontrar um meio termo, nem um ativismo desenfreado nem uma passividade absoluta. O Poder Judiciário existe para garantir segurança jurídica, eficácia das leis, potencializar as soluções do conflito. Então tudo isso que é eficiência do trabalho do magistrado, vem revelado na pesquisa e é uma das principais reivindicações dos juízes, ver, tornar o seu trabalho efetivo”, disse Salomão. MAIS DO G1 PrevidênciaReforma propõe idade mínima e fim da aposentadoria só por tempo de serviço; veja pontosTexto prevê que homens se aposentem com 65 anos e mulheres, com 62. Há fórmulas de transição para quem está no mercado. 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Pesquisa revela perfil juízes brasileiros Jornal Nacional Jornal Nacional Pesquisa revela perfil juízes brasileiros Associação Magistrados Brasileiros ouviu quase 3.900 juízes todo país para traçar perfil categoria comparou pesquisa igual feita anos atrás. Jornal Nacional 07/02/2019 21h45 Atualizado 2019-02-08T00:22:24.822Z pesquisa mostra perfil juízes brasileiros pesquisa mostrou perfil juízes brasileiro. São total. Associação Magistrados Brasileiros (AMB) ouviu quase 3.900 juízes todo país para traçar perfil categoria comparou pesquisa igual feita anos atrás. pesquisador Luiz Werneck Vianna trabalhou duas pesquisas. “Eu acho essa coragem gente teve sobretudo surpreender essa passagem magistratura muito preocupada questão social anos atrás para magistratura agora mais assentada instituições mais preocupada defesa instituições Constituição muito particularmente” disse pesquisador. perfil juízes também mudou pouco. Analisando dados sobre juízes primeira instância correspondem mais numerosa parte categoria pesquisa revelaque eles estão mais velhos idade média aumentou entre primeiro grau. (1996 -até anos 2018 até anos) número juízes católicos diminuiu. primeira pesquisa eram quase 80%; hoje menos 60%. Outras religiões como espiritismo ganharam espaço (1996: 54%; 2018: 139%). Apesar ainda

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