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Pesquisa Mostra Que Risco De Mortes Em Regioes Onde Policiais Em Servico Sao Assassinados Aumenta 3 5 Vezes


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Pesquisa mostra que risco de mortes em regiões onde policiais em serviço são assassinados aumenta 3,5 vezes no dia seguinte - Jornal O Globo Home menu Rio Rio Ir para a página Assuntos em Destaque Modais perderam 50 milhões de viagens entre janeiro e setembro no Rio Dois homens morrem após furar bloqueio do Exército no Caju Publicidade Em destaque Pesquisa mostra que risco de mortes em regiões onde policiais em serviço são assassinados aumenta 3,5 vezes no dia seguinte Autora do estudo considera que reação é uma "forma de resposta" dos agentes pelas mortes dos colegas de farda por Elenilce Bottari 14/11/2017 20:38 / Atualizado 14/11/2017 22:34 Parentes dos homens mortos no Complexo do Salgueiro chegam ao IML de São Gonçalo. Familiares acusam policiais pelos disparos - Fábio Guimarães / Agência O Globo Publicidade — Se quiser, entre para a PM, mas compre também um caixão. Em breve você vai estar nele. O desabafo de Gilma Virissimo no enterro do filho, o cabo Djalma Virissimo Pequeno — baleado ao tentar impedir um assalto no shopping Jardim Guadalupe, na Zona Norte —, resume a brutal realidade em que vive a Polícia Militar do Rio. Somente no mês de outubro, nove PMs foram assassinados. Neste ano, já são 114 mortos e 363 feridos (234 em serviço). A mesma corporação que é vítima da perda crescente de agentes carrega sobre os ombros o peso de outro número, também alarmante: segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), entre janeiro e setembro de 2017, foram registrados 813 homicídios cometidos por policias. A força dos números levou a pesquisadora Terine Husek Coelho, mestranda do Laboratório de Análises da Violência da Uerj, a estudar uma possível relação entre eles. LEIA TAMBÉM: Falta de transparência em operações afasta polícia da populaçãoO resultado do estudo feito com base em estatísticas do próprio ISP mostra que no dia seguinte ao assassinato de um policial em serviço, as chances de um outro agente de segurança matar alguém na região em que aconteceu o crime aumenta 3,5 vezes. Nas primeiras horas após o homicídio, a probabilidade chega a ser cinco vezes maior. Ou seja, a violência acaba gerando mais violência. Veja tambémO estudo “Medindo forças: A vitimização policial no Rio de Janeiro” comparou assassinatos de policiais e autos de resistência entre 2010 e 2015. O objetivo de Terine era verificar se, após a morte de um PM, a violência aumentava na região do crime. Publicidade VINGANÇA, MEDO E ESTRESSEEla analisou 373 assassinatos de policiais e 3.521 mortes ocorridas em operações realizadas perto dos locais dos episódios. Além disso, fez 32 entrevistas com policiais militares que atuam no front e com seus comandantes. Segundo a pesquisadora, os dados e os depoimentos confirmam que há uma relação direta de causa-efeito na rotina da polícia: — Quando um PM morre em combate ou numa emboscada, a tropa sente que tem de dar uma resposta, e ela tende a ser uma operação que acaba causando mortes. Essa resposta tem várias raízes: vingança, medo e a sensação de que, se não houver uma reação, bandidos atacarão com mais força. Reação violentaPesquisa mostra que a morte de um policial leva ao aumento dos autos de resistênciaA conclusãoOs casos analisadosDe 2010 a 2015O assassinato de um PMem serviço aumenta em3.521mortes em confronto com a polícia5VEZES373assassinatos de policiaisa chance de um policial matar um civil nas horas seguintes. E a probabilidade de ocorrer uma morte aumenta em299DE FOLGA74Em SERVIÇO124102175669221Durante assaltosSão execuçõesDurante brigasEncontro de cadáveresDurante patrulhamentoEm ataques a baseEncontros de cadáveresDurante briga 3,5VEZESno dia seguinteRelatos de uma guerra particularFonte: Laboratório de Análise da Violência – LAV/UERJReação violentaPesquisa mostra que a morte de umpolicial leva ao aumento dos autosde resistênciaA conclusãoO assassinato de um PMem serviço aumenta em5VEZESa chance de um policial matar um civil nas horas seguintes. E a probabilidade de ocorrer uma morte aumenta em3,5VEZESno dia seguinteOs casos analisadosDe 2010 a 20153.521mortes em confronto com a polícia373assassinatos de policiais299DE FOLGA1241021756Durante assaltosSão execuçõesDurante brigasEncontro de cadáveres74Em Serviço69221Durante patrulhamentoEm ataques a baseEncontros de cadáveresDurante briga Relatos de uma guerra particularFonte: Laboratório de Análise da Violência – LAV/UERJO estudo partiu de uma série de perguntas: o que acontece quando morre um policial? O que acontece na vida dos policiais que sobrevivem? Quais são as ações desencadeadas pela polícia a partir disso? Em busca de respostas, a pesquisa comparou registros feitos nas primeiras horas após o crime, no dia seguinte, nos cinco dias depois e na semana posterior. Terine concluiu que, quanto mais próximo do momento do assassinato de um PM, maior é a chance de ocorrer um auto de resistência: — Nas primeiras horas após o crime, a possibilidade de um policial matar um civil chega a subir 1.150%. Mas, como é difícil precisar o horário exato da ocorrência, saber se a morte ocorreu durante ou ao fim da ação, preferi trabalhar com o dado do dia seguinte, quando o risco aumenta 3,5 vezes. OPERAÇÕES COMO RESPOSTASegundo a pesquisadora, quando ocorre uma morte em serviço, a reação por parte da Polícia Militar é a de “dar uma resposta”, no sentido de não deixar que ela passe despercebida. Publicidade — A resposta, na maior parte das
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