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Pequeno Guia Sobre O Software Livre 3


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Pequeno guia sobre o Software Livre (3)   Pequeno guia sobre o Software Livre (3)Por Fatima Conti – on 13/11/2017Categorias: Conhecimento Livre, Cultura, Destaques, Internet, Mundo A distopia de George Orwell em seu “1984”, publicada em 1949, revelou-se profética Último capítulo do ensaio: como as corporações, com autorização dos governos, invadem a privacidade e colocam todas as pessoas sob vigilância. E como o Software Livre pode combater esse controle Por Fátima Conti _ MAIS Esta é a terceira de três partes do Pequeno Guia do Software Livre, de Fátima Conti. Clique aqui para ler a primeira parte. Clique aqui para ler a segunda parte. _ Parte 3 de 3 Resumo Um pressuposto deste ensaio didático: inclusão digital deve significar, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma comunidade com ajuda da tecnologia. Então, a informática e a internet devem ser ferramentas de libertação do indivíduo, de autonomia do cidadão, que deve saber usar o equipamento e os programas tanto em benefício próprio como coletivo. Entretanto, vivemos em uma sociedade na qual leis de diversos países protegem monopólios, como copyright e patentes, inibindo: O desconhecimento e o desleixo das pessoas quanto ao uso de seus equipamentos computacionais e programas permitiu, sob o ambiente da internet, a implantação de um modelo de negócios de vigilância contínua, que tornou usual o envio de propagandas personalizadas. Mas não se trata só de um desleixo pessoal: equipamentos, sistemas e programas, especialmente os privativos (proprietários), são destinados ao controle e vigilância de seus usuários. Mais ainda: o ensino no Brasil, inclusive na universidade, é defensor e perpetuador desse sistema e seus monopólios, grandes corporações que controlam o mundo e que detêm todo o poder, seja financeiro, seja político. Neste ensaio mostra-se um panorama desta situação que opõe o desejo da inclusão digital ao interesse  e controle dos monopólios, estratégias e atitudes possíveis para enfrentá-los e as possibilidades abertas pelo uso dos softwares livres. Privacidade As pessoas tendem a menosprezar a privacidade até que a percam. Argumentos como “não tenho nada a esconder” são comuns, mas são verdadeiros? Pense. Você gostaria de Como ficariam a sua individualidade e autonomia? Desconhecimento/desleixo – os cookies Inclusão digital deve significar, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma comunidade com ajuda da tecnologia. A informática e a internet devem ser ferramentas de libertação do indivíduo, de autonomia do cidadão, que deve saber usar o equipamento e os programas, tanto em benefício próprio como coletivo. Mas, atualmente, a maioria das pessoas não cuida de seu ambiente de computação. E o conhece pouco. Para entendermos melhor parte do que acontece quando navegamos novamente é necessário saber um pouquinho de informática. Um “cookie”, no âmbito do protocolo de comunicação HTTP, aquele que é usado na Internet, é um pequeno pacote de dados enviados por um site para o navegador, quando o usuário acessa um site. Cada vez que o usuário visita o site novamente, o navegador envia o cookie de volta para o servidor com as informações sobre as preferências e o comportamento do usuário, incluindo informações pessoais, como seu nome, endereço, e-mail, telefone, senhas gravadas; preferências do usuário, como idioma e tamanho da fonte; itens adicionados no carrinho de compras em uma loja online; links que foram clicados anteriormente… Portanto, os cookies são utilizados para realizar cadastros de informática, monitorar sessões e memorizar informações referentes às atividades dos usuários que acessam um site e podem conter um código de identificação único que permite acompanhar a navegação do usuário durante sua visita, com finalidades estatísticas ou publicitárias. Existem cookies com características e funções variadas, que podem permanecer no computador ou dispositivo móvel do usuário por períodos de tempo diferentes: Conforme a legislação em vigor em cada país quanto ao uso de cookies, nem sempre é necessário que o usuário expresse seu consentimento sobre o envio e a venda de suas informações. Como isso acontecer? Há cookies técnicos, tidos como essenciais, indispensáveis para o funcionamento do site ou para a realização de operações requeridas pelo usuário. Com o correr dos anos, entendeu-se que não é preciso o expresso consentimento para tais cookies, conhecidos como “técnicos”, ou seja, aqueles usados exclusivamente para a transmissão de informações em uma rede de comunicação eletrônica, ou que sejam necessários para oferecer um serviço requerido pelo usuário. São basicamente três tipos de cookies técnicos: Muitos sites usam todos os tipos de cookies. A questão é que estas informações são utilizadas de maneira compartilhada entre os sites, ou seja, as informações podem ser vendidas para terceiros, outras pessoas, outros sites, sem que o internauta tenha consentido ou sequer saiba disso. Eles entram no pacote de todo processo de reorganização societária, como fusões, aquisições e vendas de todos os ativos e outras, sem que o as partes assumam responsabilidade por cookies de sites de terceiros. Assim, quando visitamos um site podemos estar espalhando nossos dados para diversos sites, que podem usá-los sem nosso conhecimento, sem nosso consentimento e para finalidades que absolutamente desconhecemos. Entretanto, apesar disso, queremos acessar a internet, em qualquer lugar e a partir de qualquer equipamento, e ver Para fazer isso sem espalhar informações sobre nós exige-se bastante conhecimento e po
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Pequeno guia sobre Software Livre   Pequeno guia sobre Software Livre (3)Por Fatima Conti 13/11/2017Categorias: Conhecimento Livre Cultura Destaques Internet Mundo distopia George Orwell “1984” publicada 1949 revelou-se profética Último capítulo ensaio: como corporações autorização governos invadem privacidade colocam todas pessoas vigilância. como Software Livre pode combater esse controle Por Fátima Conti MAIS Esta terceira três partes do Pequeno Guia Software Livre Fátima Conti. Clique aqui para primeira parte. Clique aqui para segunda parte. Parte Resumo pressuposto deste ensaio didático: inclusão digital deve significar antes tudo melhorar condições vida comunidade ajuda tecnologia. Então informática internet devem ferramentas libertação indivíduo autonomia cidadão deve saber usar equipamento programas tanto benefício próprio como coletivo. Entretanto vivemos sociedade qual leis diversos países protegem monopólios como copyright patentes inibindo: desconhecimento desleixo pessoas quanto seus equipamentos computacionais programas permitiu ambiente internet implantação modelo negócios vigilância contínua tornou usual envio propagandas personalizadas. não trata desleixo pessoal: equipamentos sistemas programas especialmente privativos (proprietários) são destinados controle vigilância seus usuários. Mais ainda: ensino Brasil inclusive universidade defensor perpetuador desse sistema seus monopólios grandes corporações

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