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Laboratorio De Pesquisa Em Hiv Em Caxias Estuda Virus Em Gestantes De Todo Estado


Fonte: pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2018/12/laboratorio-de-pesquisa-em-hiv-em-caxias-estuda-virus-em-gestantes-de-todo-estado-10657731.html

Laboratório de Pesquisa em HIV em Caxias estuda vírus em gestantes de todo Estado - Geral - Pioneiro Versão mobile PioneiroGeral  Mês de Luta Contra a Aids06/12/2018 | 09h00Atualizada em 06/12/2018 | 16h27Laboratório de Pesquisa em HIV em Caxias estuda vírus em gestantes de todo EstadoConheça estudos desenvolvidos no laboratório que é referência no país Compartilhar E-mailGoogle PlusTwitterFacebook Foto: Claudia Velho / DivulgaçãoRaquel Fronza e Juliana Bevilaquaraquel. [email protected];[email protected] espaço de descobertas sobre a doença, o Laboratório de Pesquisa em HIV/Aids da Universidade de Caxias do Sul (UCS) é responsável por fomentar no país estatísticas sobre o avanço da doença e características dos públicos que contraem e convivem com o vírus. A partir do próximo ano, com a possível ampliação, o laboratório deve aprofundar pesquisas desenvolvidas em parceria com universidades, instituições governamentais, privadas e agências nacionais e internacionais. Desde a inauguração da unidade, em 2002, a equipe já conduziu 23 projetos de pesquisa, envolvendo mais de 100 mil participantes. Leia mais"Não fiquei chocada": conheça histórias de pacientes que vivem com HIV em CaxiasMedicação destinada a evitar a contaminação do HIV começará a ser distribuída em Caxias"40% das pessoas que têm o vírus HIV não foram diagnosticadas", alerta diretor de entidade mundial — Um dos diferenciais dele é que pacientes que participam dos projetos têm acesso a novos esquemas terapêuticos, medicamentos e métodos diagnósticos antes que estejam disponíveis na rede privada ou pública — defende Rosa Dea Sperhacke, coordenadora do laboratório.O projeto mais recente desenvolvido pelos profissionais é chamado de Parturientes RS, que tem como missão verificar a prevalência do HIV e sífilis em mulheres que estão em trabalho de parto ou tiveram bebê há pouco tempo. O resultado será apresentado na próxima semana, em um seminário em Porto Alegre que integra a campanha Zero Discriminação às Pessoas Vivendo com HIV/Aids, promovido pelo governo do Estado. Demanda do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (DIAHV), do Ministério da Saúde, a pesquisa tem um fundamento importante: segundo boletim epidemiológico divulgado no fim de novembro, o Rio Grande do Sul ocupa o 1º lugar no ranking dos Estados com a maior taxa de detecção de HIV em gestantes. Quando o assunto é sífilis, o Estado ocupa a 5ª colocação. Até agora, a pesquisa contemplou 14,3 mil mulheres, que passaram pelas 66 maternidades das sete macrorregiões gaúchas.O assunto terá continuidade, já que o laboratório desenvolverá também, ao longo de 2019, o projeto Parturientes Brasil. Desta vez, o estudo será nacional e deve estimar as taxas de prevalência do HIV, hepatite B e C e HTLV (vírus linfotrópico da célula humana) em mulheres atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  Militares também foram estudadosJá finalizado e com resultados apresentados, o Laboratório de Pesquisa em HIV/AIDS da UCS foi responsável também pelo estudo epidemiológico sobre a prevalência da infecção por sífilis, HIV, hepatites virais B e C de membros das Forças Armadas. O teste foi feito em parceria com o Ministério da Saúde. Participaram 37.282 jovens do sexo masculino, de 17 a 22 anos, que se apresentaram às Juntas de Serviço Militar (JSM). Os resultados mostraram que 0,12% dos jovens inscritos em todo o país estavam contaminados pelo HIV. A região Norte foi a que apresentou maior amostra do total (0,24%), seguida das regiões Nordeste (0,15%), Centro-Oeste (0,13%), Sul (0,10%) e Sudeste (0,07%). Outros dados são bastante reveladores: a prevalência de HIV em homens que fazem sexo com homens, público chamado de HSH, é 10 vezes maior que a obtida na população em geral. — Os fatores associados à infecção pelo HIV neste grupo foram ser HSH e ter mais de 10 parceiros na vida. Nossas descobertas confirmam a necessidade de ampliar a prevenção combinada do HIV no Brasil para homens jovens, especialmente para a população HSH — afirma Rosa Dea. PRÓXIMAS PESQUISAS:: Na esfera municipal, o laboratório realizará a pesquisa Acessa, que irá avaliar a atitude, o comportamento sexual e o conhecimento sobre infecções sexualmente transmissíveis (IST) e substâncias anabolizantes nos estudantes da Universidade de Caxias do Sul (UCS);:: Também ocorrerá um estudo da evolução clínica da infecção pelo HIV em adolescentes e adultos jovens. Eles devem estar em atendimento no Serviço de Infectologia da Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul. O projeto se chamará Adole.:: Junto com a Coordenação Estadual de IST/HIV/AIDS, o laboratório irá participar do projeto de Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas (PCAP) relacionada à DST, Aids e hepatites virais da população do Rio Grande do Sul.
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