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Inovacao Em Sp A Vanguarda Da Pesquisa Aplicada No Ipt


Fonte: www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/cenas-da-inovacao-em-sao-paulo-vanguarda-da-pesquisa-aplicada-no-ipt/

Inovação em SP: a vanguarda da pesquisa aplicada no IPT | Governo do Estado de São Paulo Ir para conteúdo Em atendimento à legislação eleitoral (Lei 9.504/1997), os demais conteúdos deste site ficarão indisponíveis de 7 de julho de 2018 até o final da eleição estadual em São Paulo. Inovação em SP: a vanguarda da pesquisa aplicada no IPT Conheça a trajetória do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, que desde 1899 se mantém como centro da inovação no Estado e no país qui, 05/10/2017 - 16h02 | Do Portal do Governo FacebookTwitterwhatsappEnviar por e-mail A produção de proteína em grande escala para um medicamento contra o câncer, que está sendo pesquisado em parceria com o Instituto Butantan, e o desenvolvimento, inédito no Brasil, de uma liga para criação de superimãs para uso em turbinas eólicas e discos rígidos de computadores são algumas das pesquisas recentes desenvolvidas pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). Desde a sua fundação, em 1899, o Instituto permanece no centro das pesquisas aplicadas à indústria no Brasil. “A inovação faz parte do DNA do IPT”, costuma dizer o diretor-presidente Fernando Landgraf, responsável pelo planejamento estratégico do Instituto, com foco na ampliação da cultura da inovação. Em entrevista ao Portal do Governo Estado, acompanhado pelos pesquisadores Maria Filomena de Andrade Rodrigues, à frente de projetos de Biotecnologia Industrial, e João Batista Ferreira Neto, que coordena os projetos de pesquisa em metalurgia, Landgraf conta detalhes sobre a trajetória do Instituto, que nasceu, na virada do Século 20, como um laboratório da renomada Escola Politécnica (Poli) e era chamado de Gabinete de Resistência dos Materiais. O Instituto participou ativamente do desenvolvimento da indústria nacional em movimentos decisivos da cena econômica brasileira. Como laboratório da Escola Politécnica, o IPT tinha como objetivo medir as propriedades de produtos industriais que começavam a ser fabricados no Brasil, conta Landgraf. Foi assim no início das pesquisas com cimento, no começo do século 20, quando o emprego do material era a grande novidade na construção civil; continuou com o advento da indústria automobilística, nos anos 1950, e nos anos subsequentes, na década de 1980, com a construção de barreiras para as grandes usinas de energia hidroelétricas e a busca pela auto-suficiência energética; no processo caracterizado pela substituição das importações no Brasil, e, no presente, com o movimento de inovação radical. O cimento e a medida da composição química do produto começaram a ser dimensionadas pelo IPT, assim como as características mecânicas das barras de ferro que passaram a ser fundidas naquele momento pela indústria brasileira. Atualmente, essas duas áreas estão entre as expertises do Instituto e servem de base para o desenvolvimento de outras pesquisas. “A primeira indústria de cimento foi criada (em 1893) por Rodovalho (comendador Afonso Proost Rodovalho)”, conta Landgraf.  Até hoje a importância do medir se mantém, enquanto medimos as características de processos que são desenvolvidos para serem usados pelas indústrias”, afirma. Nos anos 1950 e 60, e mesmo no início dos 70, quando a criação da infraestrutura brasileira estava muito ligada a investimentos do Estado, o IPT teve grande participação no apoio às empresas de engenharia que estavam construindo as usinas hidroelétricas em São Paulo e no Brasil. Grande parte dos estudos geológicos que garantem a estabilidade de uma barragem foram desenvolvidos no IPT. “Nós todos sabemos da importância de uma barragem, principalmente depois do acidente de Mariana, em Minas Gerais, pois todas as barragens das usinas hidroelétricas foram estudadas e desenvolvidas no IPT”, ressalta o seu presidente. A fase do aprender tecnologia dá lugar à inovação Nos anos 50, quando nasceu a indústria automobilista, inúmeras empresas foram criadas dentro do IPT. “As tecnologias foram ‘apreendidas’, não desenvolvidas, pois nesse momento ainda estávamos copiando. São tecnologias que não existiam no Brasil, e que foram copiadas no IPT e aprendidas a serem feitas no Brasil, por empresas brasileiras criadas para levar essas ferramentas adiante”. O caso mais espetacular, conta Landgraf, foi o de Ary Torres, “aquele que dá nome ao viaduto da (avenida) Bandeirantes”. Ex-pesquisador do IPT, ele acompanhou a tecnologia de produzir a vídia, metal duro utilizado nas ferramentas de corte, como as furadeiras, hoje tão comuns em nossas residências. O pesquisador aprendeu a fazer o material nos Estados Unidos e o IPT desenvolveu o projeto de fabricação que deu origem à criação da empresa Brassinter, até hoje de propriedade da família de Ary Torres. No anos 80, durante o processo de substituição d
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