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Escolas Usam Tecnologia E Eletivas Para Manter Jovens Interessados


Fonte: g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/11/escolas-usam-tecnologia-e-eletivas-para-manter-jovens-interessados.html

 Na véspera da segunda prova do Enem, o JN vai mostrar, neste sábado (11), quais são as dificuldades do aprendizado no ensino médio. É a terceira e última reportagem sobre os caminhos da educação pública no Brasil.saiba mais   É a pior nota da educação no Brasil: 3,5 de acordo com o Ideb, Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico. Número abaixo da meta (4,0) e visto como consequência da queda vertiginosa do aprendizado no Fundamental II. A situação é crítica em matemática. “Nós não podemos mais esperar nem nos conformar como brasileiros que 90% dos jovens no Brasil concluem o ensino médio sem saber matemática”, destaca César Callegari, membro do Conselho Nacional de Educação. Difícil achar exceções, mas é possível. “Quando você traz o mundo para dentro da escola e vice-versa, o sujeito se reconhece. Mesmo matemática sofisticada, modelos, álgebra, etc, podem encontrar contrapartidas no mundo”, afirma Luis Carlos de Menezes, professor de física – USP. Numa escola pública de Santo André, no ABC Paulista, a agitação é grande. Ninguém quer perder a aula no estilo Harry Potter. Mas, afinal, que aula é essa? Cinema, literatura? Não, é matemática! “Você tinha uma venda do livro antes e a partir do momento que fala: esse livro vai virar filme, você tem uma venda muito maior, vira uma função exponencial”, explica Alessandra Vechier, professora de matemática. “Fica porque lá tem o exemplo de um filme, que é uma coisa que assim desperta o interesse. E aí quando ela aplica aqui é mais fácil”, conta Julia Magalhaes, 14 anos. A escola está acima da média do Enem em matemática. Na área de linguagens também. Para completar o ensino tradicional, os alunos podem escolher entre várias aulas eletivas, como a de games. “Como matemática está envolvida nos games, isso me deixou mais aguçado para entrar nessa eletiva”, Alisson Soares, 16 anos.   Hora do almoço, comida na mesa. A escola é de tempo integral. Para ninguém desanimar, tem sessão de selfies com os heróis professores. “O professor ele é o principal fator para a melhoria da qualidade da educação. A gente não entende o papel estratégico que o professor tem na vida de cada um de nós e para a vida e para o futuro do país”, afirma Priscila Cruz, presidente executiva do Todos pela Educação. De Santo André, no ABC Paulista, o Jornal Nacional vai até Manaus, onde a tecnologia tem sido uma grande aliada do aprendizado. A repórter Daniela Branches mostra como funciona esse sistema de ensino que está encurtando as distâncias no Amazonas. O Centro de Mídias de Educação do Amazonas é praticamente uma escola. Tem sala de professores, com 55 docentes, sete estúdios, as maiores salas de aula do Brasil. Mais de 80% dos estudantes são do ensino médio. As aulas do Centro de Mídia, criado há dez anos, são destinadas também aos alunos do Fundamental II e adultos.  Ao todo são mais de 40 mil alunos. Assim, o Amazonas leva cada vez mais educação a todos os seus 62 municípios. Aos poucos, vai vencendo as dificuldades. Começou com nota bem baixa no Ideb, mas tem avançado em direção aos estados mais bem avaliados. Em uma comunidade ribeirinha em Manacapuru, os jovens saem de casa em busca do conhecimento. Depois que a embarcação chega à escola, para ter acesso à unidade, os alunos ainda precisam subir um barranco. A cada orientação que chega pela TV, aumenta a vontade de aprender. "Eu quero fazer uma faculdade, um curso. Se eu não prestar atenção, chega uma prova lá aí vai ficar difícil para mim passar”, diz Cassandra Ferreira, 17 anos. No local, os alunos tiram dúvidas ao vivo. O conteúdo também passa pelo mediador, que ajuda na escola. "A tecnologia avançada ajudou a gente bastante”, conta Tamara Castro, 17 anos. Nesse mundo do ensino médio até mesmo o lazer é organizado para estimular as habilidades dos alunos. Em Santo André, por exemplo, tem um dia da semana em que eles ficam livres para fazer o que quiserem. Desde que seja em grupos. A escola acaba virando um grande clube ou vários pequenos clubes. Mas tudo exige responsabilidade. “A partir de três faltas, a pessoa já não está mais no clube”, explica Natália de Oliveira, 15 anos. Mais da metade da evasão escolar no Brasil acontece no ensino médio (57%); Mais de 1,5 milhão de alunos deixam os estudos. “A gente precisa ainda fazer um esforço importante pra garantir que esses estudantes estejam na escola e estejam na escola aprendendo”, destaca Ítalo Dutra, chefe de educação - Unicef Brasil. Mas, na escola de Santo André, raramente alguém vai embora. “A diferença aqui é que tem comprometimento de todos. Na verdade, nós temos um foco: que no nosso caso é o sucesso do nosso aluno”, afirma Alessandra Vechier, professora de matemática. Os pais acompanham tudo de perto. Desde que entram na escola, os alunos começam a pensar num projeto de vida. “Eles começaram em casa querendo ser bombeiro e chegam aqui querendo ser astronauta”, conta Cleide Dalla Torre, diretora da escola. No fim do curso, um dossiê completo indica se as habilidades de cada aluno combinam com a carreira que ele quer seguir. Vejam o que aconteceu com o Pedro
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Jornal Nacional Escolas usam tecnologia eletivas para manter jovens interessadosMENUG1Jornal NacionalMENUG1Jornal Nacional Notícias região Centro Oeste voltar Nordeste voltar Norte voltar Sudeste voltar voltar Edição 11/11/201711/11/2017 21h23 Atualizado 11/11/2017 21h52Escolas usam tecnologia eletivas para manter jovens interessadosEnsino médio pior nota educação Brasil. mostra exemplos escolas públicas apostam diferencial para atrair alunos. Na véspera segunda prova Enem mostrar neste sábado (11) quais são dificuldades aprendizado ensino médio. É terceira última reportagem sobre caminhos educação pública Brasil.saiba mais   É pior nota educação Brasil: acordo Ideb Índice Desenvolvimento Ensino Básico. Número abaixo meta (40) visto como consequência queda vertiginosa aprendizado Fundamental situação é crítica matemática. “Nós não podemos mais esperar conformar como brasileiros jovens Brasil concluem ensino médio saber matemática” destaca César Callegari membro Conselho Nacional Educação. Difícil achar exceções é possível. “Quando você traz mundo para dentro escola vice-versa sujeito reconhece. Mesmo matemática sofisticada modelos álgebra podem encontrar contrapartidas mundo” afirma Luis Carlos Menezes professor física USP. Numa escola pública Santo André Paulista agitaç  Na véspera segunda prova Enem mostrar neste sábado (11) quais são dificuldades aprendizado ensino médio. É terceira última reportagem sobre caminhos educação pública Brasil.saiba mais   É pior nota educação Brasil: acordo Ideb Índice Desenvolvimento Ensino Básico. Número abaixo meta (40) visto como consequência queda vertiginosa aprendizado Fundamental situação é crítica matemática. “Nós não podemos mais esperar conformar como brasileiros jovens Brasil concluem ensino médio saber matemática” destaca César Callegari membro Conselho Nacional Educação. Difícil achar exceções é possível. “Quando você traz mundo para dentro escola vice-versa sujeito reconhece. Mesmo matemática sofisticada modelos álgebra podem encontrar contrapartidas mundo” afirma Luis Carlos Menezes professor física USP. Numa escola pública Santo André Paulista agitação é grande. Ninguém quer perder aula estilo Harry Potter. afinal aula é essa? Cinema literatura? Não é matemática! “Você tinha venda livro antes partir momento fala: esse livro virar filme você venda muito maior vira função exponencial” explica Alessandra Vechier professora matemática. “Fica porque exemplo filme é coisa assim desperta interesse. quando aplica aqui é mais fácil” conta Julia Magalhaes anos. escola está acima média Enem matemática. área linguagens també

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