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Brasil Melhora Cinco Posicoes No Indice Global De Inovacao E Chega Ao 64andordm Lugar


Fonte: tiinside.com.br/tiinside/10/07/2018/brasil-melhora-cinco-posicoes-no-indice-global-de-inovacao-e-chega-ao-64o-lugar/

Brasil melhora cinco posições no Índice Global de Inovação e chega ao 64º lugar - TI INSIDE Online | TI INSIDE Online TI INSIDE Online - Brasil melhora cinco posições no Índice Global de Inovação e chega ao 64º lugar Postado em: 10/07/2018, às 22:12 por Redação O Brasil ganhou cinco posições no Índice Global de Inovação (IGI) deste ano, subindo do 69º para o 64º lugar em um ranking de 126 países. No entanto, o avanço não coloca o país na liderança da inovação na América Latina, que segue com o Chile na primeira posição regional. A classificação, divulgada na manhã desta terça-feira,10, em Nova York, é publicada anualmente pela Universidade Cornell, pelo INSEAD e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) são parceiros do IGI. O 64º lugar é melhor do Brasil desde 2014. Nos dois últimos anos, o Brasil ficou estagnado na 69ª posição. Entre as áreas em que o país se destacou estão gastos com P&D, importações e exportações líquidas de alta tecnologia; qualidade de publicações científicas; e universidades, especialmente as de São Paulo (USP), Campinas (Unicamp) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "O Índice Global de Inovação é muito importante para a construção e o aperfeiçoamento das políticas de inovação no Brasil, uma vez que aponta nossas oportunidades para melhoria e nossos pontos fortes. Também é um instrumento vital para a definição de novas políticas. Com a revolução industrial que está por vir, a inovação ganha um novo peso no desenvolvimento e na competitividade das nações, e o Brasil deve se dirigir para esse caminho", afirma Robson Braga de Andrade, presidente da CNI. A presidente em exercício do Sebrae, Heloísa Menezes, também comentou a importância da inovação. "Pequenas empresas são uma força social e econômica fundamental para o desenvolvimento de nosso país, e inovar é estratégico na busca por mais competitividade na economia brasileira", afirmou. Os mais inovadores No ranking divulgado nesta terça, a China aparece pela primeira vez na lista das 20 principais economias mais inovadoras, sendo a primeira economia em desenvolvimento a ocupar os primeiros lugares do ranking, ao passo que a Suíça se mantém na primeira colocação mundial. Completando a lista dos 10 melhores classificados estão: Países Baixos, Suécia, Reino Unido, Singapura, Estados Unidos da América, Finlândia, Dinamarca, Alemanha e Irlanda. Atualmente em sua 11ª edição, o IGI é uma ferramenta quantitativa detalhada que auxilia em decisões globais para estimular a atividade inovadora e impulsionar o desenvolvimento econômico e humano. O IGI classifica 126 economias com base em 80 indicadores, que vão desde as taxas de depósito de pedidos de propriedade intelectual até a criação de aplicativos para aparelhos portáteis, gastos com educação e publicações científicas e técnicas. Este ano, a classificação da China em 17º lugar representa um avanço para uma economia que vivencia a rápida transformação guiada por uma política governamental que prioriza a pesquisa e o intenso desenvolvimento da engenhosidade. De outro lado, os Estados Unidos caem para a sexta posição. "A rápida ascensão da China reflete uma direção estratégica definida pela liderança principal para desenvolver a capacidade de nível mundial em inovação e para orientar a base estrutural da economia para setores mais intensivos em conhecimento que dependem da novação para manterem sua vantagem competitiva", afirma o diretor-geral da OMPI, Francis Gurry. "Anuncia a chegada da inovação multipolar", acrescenta. América Latina e Caribe Entre os países latino-americanos, o Chile é o mais bem classificado, no 47º lugar do IGI neste ano. Os chilenos se destacam nos quesitos de qualidade regulatória, matrículas no ensino superior, acesso a crédito, empresas que oferecem treinamento formal, abertura de novas empresas e fluxos de entrada e de saída de investimentos externos diretos. A Costa Rica está na 2ª posição na região. Destaca-se em gastos com educação, acesso a crédito, produção por trabalhador, valor pago por uso de propriedade intelectual, exportações de informações e serviços de tecnologia da comunicação, além de mídia gráfica e outras mídias. O México, que ficou na 3ª posição da região, aparece nas 10 melhores classificações em facilidade de obtenção de crédito, fabricação técnica, importações e exportações técnicas líquidas, e exportações de bens criativos. Há dez anos, a CNI tem concentrado esforços para aprimorar a agenda de inovação no Brasil. Entre as iniciativas, está a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) – movimento do qual fazem parte mais de 200 empresas representadas por seus respectivos presidentes, vice-presidentes e CEOs. O principal objetivo é do movimento é intensificar a articulação entre setor empresarial e governo
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Brasil melhora cinco posições Índice Global Inovação chega 64º lugar INSIDE Online INSIDE Online INSIDE Online Brasil melhora cinco posições Índice Global Inovação chega 64º lugar Postado 10/07/2018 22:12 Redação Brasil ganhou cinco posições Índice Global Inovação (IGI) deste subindo 69º para 64º lugar ranking países. entanto avanço não coloca país liderança inovação América Latina segue Chile primeira posição regional. classificação divulgada manhã desta terça-feira10 Nova York publicada anualmente pela Universidade Cornell pelo INSEAD pela Organização Mundial Propriedade Intelectual (OMPI). Confederação Nacional Indústria (CNI) Serviço Brasileiro Apoio Micro Pequenas Empresas (Sebrae) são parceiros IGI. 64º lugar melhor Brasil desde 2014. dois últimos anos Brasil ficou estagnado 69ª posição. Entre áreas país destacou estão gastos P&D importações exportações líquidas alta

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